‘Representar o MS no maior torneio de debates em português do mundo foi inesquecível’ disse Maria Fernanda Zatti

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Maria Fernanda Pezzoni Zatti, de 18 anos, representou Mato Grosso do Sul no CMDLP (Campeonato Mundial de Debates em Língua Portuguesa), realizado semana passada na USP (Universidade de São Paulo) pelo Instituto Brasileiro de Debates.  A jovem é acadêmica de Direito, na UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) e também de História na Uninter.

Ao lado de 140 debatedores de diferentes países, inclusive estudantes de universidades internacionais como Harvard, King’s College London, Yale e Universidade de Lisboa, Maria Fernanda define os quatro dias como uma experiência ímpar.

“Representar o Mato Grosso do Sul no maior torneio de debates em português do mundo foi inesquecível. Mostrar que jovens do nosso Estado também têm voz, preparo e sonhos grandes me encheu de orgulho”.

Durante os dias do campeonato, as moções, como são chamados os assuntos debatidos, abrangeram diversos temas, como personalização de carros de Fórmula 1 e 2, modos de se fazer jornalismo, emissão de carbono, restrições legais a migrantes e, claro, muita política.

A estudante, natural de Itapeva (SP), conta como se preparou para as discussões, levando em conta que era sua primeira experiência em um torneio desse porte.

“Quando soube do CMDLP, percebi que seria muito importante participar, então comecei a estudar e entender como o modelo de debate competitivo adotado pelo campeonato funciona (o British Parliamentary). Busquei entender bem o formato dos debates, estudei moções anteriores, acompanhei debates online e treinei sempre que possível”.

Jovem estudante leva voz de MS ao Campeonato Mundial de Debates

Vivendo em Mato Grosso do Sul desde recém-nascida, Maria Fernanda acredita que espaços como esse são importantes para melhorar o diálogo como um todo no País.

“Vivemos um momento em que o diálogo se perdeu em muitos espaços e o debate ajuda a resgatar isso. Ele mostra que é possível discordar com inteligência, que bons argumentos não precisam vir acompanhados de ataques e que, muitas vezes, a escuta transforma mais do que a fala”.

Além disso, a acadêmica defende que “sociedades de debate são importantes porque formam jovens preparados para conversar com empatia, senso crítico e responsabilidade. E é assim que aos poucos, a gente constrói um ambiente político mais saudável”.

Maria Fernanda terminou a competição em 45º de 101 debatedores no vice. Mas isso não foi motivo de abalo. Hoje, ela pensa em fortalecer o cenário sul-mato-grossense.

Foi com essa vontade que fundou a Sociedade de Debates do Mato Grosso do Sul, a primeira desse segmento.

“A SDMS ainda está no início, mas já tem grandes objetivos. Queremos promover encontros, oficinas e treinamentos que desenvolvam a oratória, o pensamento crítico e a escuta ativa entre os jovens da região. Mais do que formar debatedores, queremos formar pessoas mais preparadas para dialogar, argumentar e ocupar espaços com consciência e responsabilidade”.

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