Reflexões sobre a Medicina Alopática

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Reflexões sobre a Medicina Alopática

Uma relação profunda e conectada do ser com o corpo que habita, leva necessariamente à conclusão de que quando estamos diante de um adoecimento estamos diante de uma trama complexa de acontecimentos, causas, consequências, desdobramentos e novos eventos, nem sempre logicamente compreensíveis, nem sempre inter-relacionados de forma linear no tempo e na intensidade.

A ciência, da forma como conhecemos no ocidente, não deve ser desconsiderada. Mas ela é apenas uma fatia, uma única perspectiva desse emaranhado. A “visão alopática” não está errada, ela apenas é limitada.

Lembrando que essa ciência que conhecemos aqui é a ciência colonizada que juntamente com as grandes invasões chegou podando a vida em equilíbrio com a natureza e que respeitava ciclos e energias. Ela não é a única ciência que existe, assim como a história eurocentrada que aprendemos na escola, também é apenas uma pequena parte (sempre modificada) por eles.

A medicina alopática é focada nos sintomas e em combatê-los de forma rápida. Porém sem buscar a causa eles sempre retornarão, tornando o indivíduo escravo do tratamento e desenvolvendo outros sintomas em consequência.
 
Busca ansiosamente por diagnósticos fechados e quando não os encontra tende a oscilar entre:
• duvidar da queixa do paciente ou alegar que trata-se de doenças “psicológicas”;
• pedir mais mais mais e mais exames e tratar as hipóteses diagnósticas como sendo fatos definidos;
• sugerir medidas radicais.
 
Se concordamos que os organismos são complexos e únicos e que diversos fatores podem estar influenciando em um desequilíbrio orgânico, podemos concluir que não necessariamente esse processo se encaixa em um tipo específico de doença com nome, sobrenome, explicação detalhada e racional, causa determinada e, claro, tratamento específico.
 
Nesse ponto de tensão não reside somente o médico, mas também – e muito – o doente que anseia pelo tal “diagnóstico” e critica duramente o profissional que não seja capaz de em curto tempo dar a ele absolutamente todas as respostas que sua mente deseja.

 

 

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33 Comments

  1. De fato irmã, ás vezes a causa é só um leve desconforto, mas só de saber que tem algo que ás vezes nem é, a pessoa acaba criando a própria doença. Luz p’ra nós!

  2. Interessante!Eu mesmo, sou meio desmotivado com relação a tratamento alopático.
    Mas tomo remédios sim.Será que se eu ir diminuindo a dose até n precisar mais pode ser possível?
    Eu gostaria de parar ou reduzir mas insistem que eu só posso fazer tal com auxílio de um Doutor.

    Concordo, em parte, que um Doutor é quem pode dizer se tá bom pra vc parar.Mas, devido a pandemia, pode levar muito tempo até a próxima consulta.Oq seria melhor pra eu fazer?
    Luz P’ra Nós!

    • Então irmão, você tem que levar em conta qual o remédio você toma, o porque toma… Porque a base dos remédios são tirado das plantas, então, você tem que colocar essas coisas na balança! Se você quiser alguma ajuda com isso me chama no privado do Telegram, o que eu puder ajudar o farei! <3 Luz p'ra nós.

  3. Gratidão irmã!
    Já tinha idéia do quanto a Alopatia é limitada, mas ela tbm pode ter suas vantagens em relação às medicinas alternativas.Luz P’ra Nós!

  4. Maria Fernanda Mosken Pereira

    Luz p’ra nós!

  5. Bela reflexão sobre essa parte da medicina. Importante, mas limitante. Se complementada pelas soluções abstratas curamos todas as feridas.
    Luz pra nós!

  6. Quanto que a indústria farmacêutica não ganha com remédios? Há doenças que poderiam ter uma solução efetiva; entretanto, o lucro que os remédios e os tratamentos dão, muitas das vezes inviabiliza um tratamento curto e efetivo. Luz p’ra nós!

  7. Interessante irmã. Ultimamente tem me chamado atenção, o ‘Método de Auto Cura’ do Meir Schneider. Vale a pena pesquisar também. Luz p’ra nós!

  8. So faco tratamento alopatico em ultimo caso. Normalmente me viro com tudo que e natural. Otima materia. Luz pra nos

  9. O fato é que tudo está na mente. A causa, a compreensão da doença e o caminho para curá-la.

  10. Exatamente, durante muitos anos na área farmacêutica realmente é bem assim… Lucros exorbitantes e pacientes cada vez mais se afundando em medicamentos. Infelizmente os efeitos colaterais sempre geram mais e mais doenças. A princípio ausentes ou não de doenças reais. Por fim acabam adoecendo de verdade! É claro que há quem realmente precisa, como a irmã explicou questão de ponderar! Parabéns pelo post. Luz p’ra nós

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